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Troféu RS Mulher Farroupilha

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Troféu RS Mulher Farroupilha

O Governo do Estado, através da Coordenadoria Estadual da Mulher, ligada ao Gabinete da Governadora, foi entregue no dia 18 de setembro, às 17h, o “Troféu RS Mulher Farroupilha”, em solenidade que aconteceu no palco principal da primeira Região Tradicionalista / MTG.

O evento faz parte do Calendário Oficial da Semana Farroupilha 2010 e a distinção será dada a nove prendas estaduais e mais cinco mulheres indicadas por instituições , com importante atuação no cenário cultural do Rio Grande de Sul.

O Troféu RS Mulher Farroupilha foi criado através do Decreto Lei 45.841, de 29 de agosto de 2008, e tem como objetivo valorizar as mulheres que desenvolvem trabalhos culturais na música, no folclore e nas artes dentro do tradicionalismo e nativismo junto à sociedade gaúcha.
Receberão o Troféu RS Mulher Farroupilha, as seguintes agraciadas:

PRENDAS ESTADUAIS (Gestão 2010/2011) – Categoria Adulta – Adriane Rebechi Rodrigues (Passo Fundo), Priscila Bresolin Tisott (Caxias do Sul), Cristiane Maria Muller (Santa Rosa); Categoria Juvenil – Marcela Richetti Trevizan (Paraí), Taynara Moraes Ouriques (Santa Maria), Namiriane Muller Leal (São Gabriel); Categoria Mirim – Amanda Faleiro (Sapucaia do Sul), Amanda Gonçalves dos Santos (Pinheiro Machado), Manuela Acosta Ferreira (Cachoeira do Sul).

E às cinco mulheres indicadas pelos Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Comissão Gaúcha de Folclore e Coordenadoria Estadual da Mulher ( CEM):

Cloni Maria Saul - Natural da cidade da Mata, ingressou no Movimento Tradicionalista Gaúcho, no dia 01 de março de 1979, prestando desde então, relevantes serviços à Federação como Secretaria Executiva e Tesoureira.
Sua atuação no Movimento é reconhecida por todas as entidades pelo seu trabalho junto à secretaria da Ciranda Cultural de Prendas, Entrevero Cultural de Peões, ENART e FECARS e como Tesoureira atuando diretamente junto às entidades tradicionalistas e coordenadorias regionais.
Completou 31 anos de serviços e ainda hoje exerce suas atividades na Federação. 

Recebeu o Troféu “O Pioneiro” do 35 CTG e Honra ao Mérito do Movimento Tradicionalista Gaúcho, por serviços prestados, ambas no ano de 1993.
Em 1996 recebeu destaque de Honra ao Mérito por sua destacada atuação junto ao MTG e no ano de 2004 foi condecorada por 25 anos de dedicação e comprometimento à causa tradicionalista.

Fátima Gimenez - Natural de Porto Alegre e aos 12 anos de idade já se apresentava nos programas de televisão que eram transmitidos ao vivo para todo o Estado. 
Criou o Grupo Tempero e seu trabalho acústico ficou registrado no LP Som Grande do Sul, lançado pelo produtor musical Airton dos Anjos em 1976. Em 1978 o Rock Rural do Grupo despertou para a música dos Festivais nativistas.
No início da década de 80 viajou por todo o Brasil fazendo Ternos de Reis com Paixão Côrtes e cantando com o Grupo Cantores dos Sete Povos, liderado por Telmo de Lima Freitas. 

A carreira solo teve início em 83, quando foi vencedora da 3ª Seara da Canção de Carazinho,com a música Tapejaras do Amanhã. Desde então, tem uma centena de músicas gravadas em discos de Festivais e participações especiais nos discos dos colegas.

Vencedora de inúmeros Festivais Nativistas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, conquistou ao longo de sua trajetória artística mais de 50 troféus de melhor intérprete, além de outras homenagens individuais.

Liliana Cardoso - Natural de Porto Alegre, formada em Rádio pela FEPLAN e atriz pelo TEPA – Teatro Escola de Porto Alegre. Iniciou a carreira como declamadora aos 9 anos de idade, no CTG Coxilha Aberta. 

Há mais de dez anos representa o 35 CTG, com inúmeras conquistas em declamação, entre elas Bi-Campeã do Rodeio Internacional de Vacaria em 1996 e 2000, tetracampeã do Encontro de Artes e Tradição - ENART, Melhor Intérprete em vários festivais de poesia, campeã em mais de 180 Rodeios Nacionais e Internacionais do Rio Grande do Sul.

Em 1995 criou, em parceria com seu pai, o projeto “A Arte de Declamar”, com oficinas de poesia e interpretação em diversas escolas e comunidades do Rio Grande do Sul e estados do Brasil, que resultou no livro: A Arte de Declamar no Gauchismo.

Maria Eunice de Souza Maciel - Natural de Ijuí, mas criou-se em Porto Alegre. Formou-se no curso de Ciências Sociais na UFRGS onde fez o curso de especialização em História do Rio Grande do Sul e o Mestrado em Antropologia Social. Posteriormente, realizou seus estudos de doutoramento na França doutorando-se em Antropologia na Université René Descartes, Paris V – Sorbonne com a tese “Le Gaúcho Brésilien”.

Realizou trabalhos de pesquisa sobre identidade social no Rio Grande do Sul a partir de um enfoque que privilegia imaginário e representações sociais. Hoje, dedica-se às pesquisas que envolvem Cultura e Modo de Vida, com ênfase na Antropologia da Alimentação. Participa do ICAF (International Commission of Anthropology of Food) sendo sua representante do Brasil.

Possui trabalhos publicados no Brasil e no exterior (México, Espanha, Argentina e Itália) sobre a alimentação brasileira e gaúcha, sendo que seus textos sobre o churrasco e o chimarrão, enquanto rituais de sociabilidade, são conhecidos por darem uma nova visão sobre o assunto.

Participou do Comitê Assessor da FAPERGS. Foi membro da diretoria da Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Ciências Sociais e por duas vezes compôs a diretoria da Associação Brasileira de Antropologia. É membro da Comissão Gaúcha de Folclore e recebeu a Medalha Dante de Laitano.

Nilza Gonçalves Lessa - Natural de Santana do Livramento. Filha de pai ferroviário, morou em pelo menos oito cidades do RS. Em Uruguaiana, estudou no colégio União e apaixonou-se pelas letras. Prestou vestibular para o curso de Serviço Social.

Em 1959, no lançamento do primeiro romance gaúcho premiado pela Academia Brasileira de Letras, reencontra o autor Luiz Carlos Barbosa Lessa, com quem se casou e mudou-se para São Paulo.

De volta a Porto Alegre, em 1974, gerenciou o “Bolicho da Epatur” responsável pela divulgação da cultura gaúcha.

Foi uma das primeiras integrantes da Cooperativa Coolméia, pioneira no fomento à agricultura ecológica no RS, participando da Feira Ecológica da Redenção por mais de 10 anos.

Atualmente trabalha como artesã e participa do projeto Artesanato do Mar de dentro.


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4 comentários:

  1. Cara, qualquer homenagem, ou premio que se de para a mulher, para mim, será sempre merecido ... eu acho.

    ResponderExcluir
  2. Meu caro amigo Paulo, boa noite!!!
    Que notícia excelente, gostei!!!
    Elas merecem, são verdadeiras lutadoras!!!
    Parabéns a todas as agraciadas com o troféu!!!
    Parabéns pela excelente postagem!!!
    Grande abraço e muita paz!!!

    ResponderExcluir
  3. Olá Edu,

    A premiação foi merecida e elas estão de parabéns.

    Obrigado pelo comentário.

    Abr.

    Paulo

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