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Não há crise na cultura gaúcha

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Em defesa de sua administração na Sedac, a secretária Mônica Leal sustenta que somente o choque de gestão implementado por ela impediu a paralisação de serviços e instituições na área.

De início, como é do meu feitio, respondo àqueles que alegam que causei a pior crise cultural de nossa história, afirmando: não há crise na cultura. Só haveria crise se eu, titular da pasta, não tivesse tomado as providências de saneamento a partir de um choque de gestão. Essa é a verdade! Os que querem perpetrar suas críticas demonstram integrar um levante contra mera exoneração de cargo de confiança por laços de amizade que unem um pequeno grupo. Quanto ao exonerado, houve razões funcionais que motivaram a exoneração, não se tratando de capricho pessoal. Ademais, havia e há um objetivo governamental de, no Memorial, se concentrar a memória do Rio Grande do Sul e não a história universal. Essa última é positiva e necessária, mas em órgão competente. O ocupaste de cargo de confiança deve seguir a linha do governo e não a sua pessoal.

A Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) contribuiu, sim, decisivamente com suas tarefas. Todavia, não tem a pretensão de esgotar todos os projetos. Os convênios com os municípios não são do conhecimento do censor desavisado Gunter Axt, tampouco que se está ampliando a Biblioteca: em 2009, a Sedac obteve a destinação do prédio conhecido como Casa da Cidadania, na mesma quadra em que está instalada a Biblioteca Pública atual. No novo espaço funcionará uma Biblioteca de referência com uma longa manus da atual Biblioteca, possibilitando aquisições e atualização de acervo. O prédio histórico está sendo totalmente restaurado, em parceria com o BNDES, para dar continuidade às intensas atividades culturais que lá acontecem e abrigar adequadamente o acervo bibliográfico de obras raras. Desconhece Axt que o Instituto Estadual do Livro (IEL) participou de uma dezena de publicações nesta gestão.

Com o saneamento das finanças, em especial contendo gastos inexplicáveis como o aluguel de prédio na Praça da Matriz, com custo anual de meio milhão de reais, pôde a Secretaria organizar novos planos, como a conquista de sede própria e definitiva no 19º andar do Centro Administrativo do Estado, agora dotada de infraestrutura e tecnologia; o Sistema LIC resgatou sua credibilidade e está recebendo sistema automatizado, para o qual se destinou um valor bastante alto, garantindo mecanismos de controle eficientes e agilidade na tramitação dos projetos.

A secretaria integrou, ativamente, o Projeto Estadual de Prevenção à Violência e levou grupos de teatro e bibliotecas itinerantes para comunidades carentes de inúmeros municípios das diferentes regiões de nosso Estado. Resgatamos o Prêmio de Incentivo à Pesquisa Teatral do Teatro de Arena.

As críticas advindas de Günter Axt, além de improcedentes, porque não conhece a situação, são tendenciosas e pretendem gerar uma crise real, com objetivos claros.

As instituições não ficaram paradas por falta de orçamento, pois as direções por mim indicadas, técnicas, usaram de muita criatividade e contaram com o apoio das associações de amigos, que são muito comprometidas e atuantes. Frente ao quadro que encontramos de problemas nas nossas casas, busquei parceria através de patrocínios para a Cinemateca Paulo Amorim, para a Casa de Cultura Mario Quintana; um patrocínio inédito para restauração da fachada histórica em arenito do Museu Júlio de Castilhos; climatização e modernização do Margs para receber grandes exposições, como, por exemplo, Arte na França: o Realismo, que contou 135 mil visitantes; exposições inéditas como a da Escola Superior de Design de Ulm no Museu de Comunicação, este que está sendo restaurado através do programa Monumenta com contrapartida considerável da secretaria. Houve a restauração da Casa de Jango, em São Borja, reciclada para abrigar um memorial e que contou com o financiamento da LIC e total participação do nosso Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae), que também estuda a restauração do Mercado Público Cultura
onhecer as realizações, para não ferir as regras do pleno conhecimento da causa e da isenção que deve orientar o cientista. O engajamento compromete a opinião, quando tendenciosa.

MÔNICA LEAL* * Secretária de Estado da Cultura

do Blog da Aline Ferrão.
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