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Gaúchos pelo mundo

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Conheça histórias de gaúchos pelo mundo

Gaúcho que se preza não abandona as tradições do Estado nem quando cruza fronteiras internacionais. Jatir Delazeri, 58 anos, por exemplo. Natural de Arroio do Meio, ele se tornou uma espécie de embaixador do Rio Grande em terras americanas. Mudou-se para os EUA em 1984 na tentativa de uma vida melhor lá fora. Na mala, colocou botas, bombachas, uma cuia e a bomba de chimarrão. Em Los Angeles, deixou o visto expirar. Foi ficando. Passaram-se três meses, um ano, dois, 23 anos. Hoje, ele tem o tão sonhado greencard (documento que permite residir e trabalhar nos EUA). 

Jatir é um dos personagens retratados na série A Diáspora Brasileira, que desde domingo tem mostrado a saga do brasileiros que abandonaram o Brasil em busca do sonho de ganhar dinheiro lá fora. Atualmente, 2,6 milhões de brasileiros vivem no Exterior. O maior contingente de desgarrados da pátria está nos EUA de Jatir. 

O gaúcho é proprietário de uma autopeças em Los Angeles. Mas só se realiza mesmo quando chega em casa, troca de roupa e assa um bom churrasco no galpão que tem no fundo da casa. Orgulha-se da churrasqueira feita de tijolos. 

— Aqui, os americanos fazem churrasco na grelha — compara. 

Em 20 de setembro de 1992, Jatir e alguns amigos fundaram o primeiro CTG nos EUA. Reunidas em um parque, 15 famílias assinaram a ata de fundação. Nascia o CTG Bento Gonçalves.  

— Os americanos se admiravam muito da roupa gaúcha. Diziam que eu era argentino, porque a noção deles de gaúcho era o argentino. Aos poucos, foram conhecendo que o gaúcho é uma região e não um país. 

Situações pitorescas como as de Jatir se misturam com casos de sofrimento e glória. No Paraguai, segunda nação com maior número de brasileiros — cerca de 405 mil —, o agricultor Isédio Hermann sustenta a família com criação de vaca leiteira e uma pequena horta, em uma região em que o português é mais falado do que o espanhol. Uma herança do exército de agricultores que chegou à região na década de 70 em busca de propriedades baratas no Paraguai e na Bolívia. 

Na Europa, a cidadania italiana, pela qual esperam 52 mil gaúchos, permite a Bruno Brendler, de Santa Cruz do Sul, trabalhar legalmente com computação, área que paga entre R$ 10 mil e R$ 20 mil por mês. 

Na China, o empresário gaúcho Eduardo Ponticelli, que lida com comércio exterior e coloca jogadores brasileiros em clubes europeus, comemora o fato de os chineses considerarem a picanha uma carne de baixo valor. Assim, costuma fazer churrasco barato em Xangai. 

Na Austrália, a nova fronteira da imigração, Vinicius Kras Borges trabalha como operário em Sydney. E está feliz, mesmo tendo se formado em ciências aeronáuticas no Brasil. 

— O pessoal que vem para cá não quer só juntar dinheiro. Quer qualidade de vida — pondera Vinicius, que leva no capacete a bandeira do Rio Grande.

Autor: Rodrigo Cavalheiro e Rodrigo Lopes
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