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Biografia CÉSAR OLIVEIRA

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Um filho da fronteira, César Oliveira, o caçula dentre três irmãos, nasceu em 8 de dezembro de 1969 em Itaqui, cidade gaúcha que faz divisa com a Argentina. Porém, foi em São Gabriel, para onde mudou-se aos dois anos e meio de idade, que viveu as melhores lembranças da infância e adolescência e onde iniciou a formação escolar e cultural, esta desenvolvida em CTGs.


César saiu aos seus. Assim como os pais Antônio e Terezinha que formavam uma dupla e participavam de "Programas de rádio" ou "Programas de auditório", nasceu para cantar. Por influencia deles, cresceu escutando diversos ritmos e elegeu os de folclore, que retratam os costumes de um povo, como os preferidos. É grande apreciador de Chacareras, Polcas, Chamarras, Vaneiras, Rancheiras, Tangos.


Anos 80 - Aos 13 anos começa a aprender - com alguns ensinamentos básicos do irmão mais velho, Sandro - a tocar violão. Aos 14 ganha o primeiro violão, um presente da mãe. Aos 17, passa a fazer parte de invernadas artísticas em São Gabriel como violonista, o que lhe propiciou, mais tarde, o convite para integrar o "Grupo Tupambaé", formação musical dedicada a divulgar a cultura rio-grandense. Aos 20 anos perde a mãe e sente-se desmotivado a continuar carreira.


Depois de algum tempo retirado do cenário musical retorna ao meio nativista incentivado pelo amigo, doutrinador e parceiro Edilberto Teixeira. Se inscreve em festivais, ainda como amador e inicia um novo ciclo. No final da década de oitenta tem a primeira música - "Sina Estradeira" - gravada no disco "1a Carreteada da Cançao Nativa de São Gabriel". Este foi o impulso que faltava. Passou a participar de modo mais ativo dos festivais, percebendo-os como a vitrina capaz de alavancar a carreira além fronteiras.


Anos 90 - Em 1990 integra o grupo folclórico "Os Chimangos" de Caçapava do Sul e a após cinco anos de permanência sai em turnê com o grupo e percorre cidades da Europa. 1995 também foi o ano em que percebeu a necessidade de se preparar para mais tarde oficializar-se como músico profissional. Ficou próximo de grandes poetas e conquistou grandes amigos. Dentre eles, Enio Medeiros, compositor e instrumentista, com o qual fez parceria profissional e Rogério Villagran, poeta de referência e até hoje um dos principais parceiros musicais.


Em 1997 lança o primeiro trabalho solo, chamado "Com a Alma Presa na Espora" (Gravadora Allegreto de São Paulo). Este CD serviu para definir o estilo e marca como representante da música crioula.


Em 1998, ainda pela mesma gravadora, traz ao público o segundo CD da carreira, intitulado "Na Hora do Amargo". Neste, as letras são de Roberto Huerta de Caçapava do Sul. Já em 99 assina com a Gravadora ACIT, que até hoje acompanha seu trabalho e lança o terceiro CD, "Coplas de Andarengo".


Anos 2000 - No 4° CD da carreira, "De Campo e Alma", César inaugura uma parceria que tinha tudo para dar certo. Ainda como um convidado especial, o amigo de infância Rogério Melo canta em dueto com César Oliveira a música "Machaço Confronto". A consolidação deles como dupla se deu apenas alguns anos depois e após novas participações de Rogério em trabalhos do amigo.


Em 2001, César se muda para Porto Alegre e lança o CD "Na Boca da Noite", onde dividiu com Rogério os versos da composição "Sob As Mangas do Aguaceiro". Em maio de 2002, encerra o CD "Lá na Fronteira" cujo nome também se destina a principal música do trabalho, novamente dividida com Rogério. Neste as letras são do poeta Anomar Danúbio Vieira, de Santana do Livramento.


Em novembro de 2002, César Oliveira e Rogério Melo finalmente firmam a dupla. Como marca do início do dueto fica o CD "Das Coisas Simples da Gente" e a música, "Pra Bailar de Cola Atada", que trouxe aos palcos a alegria e riqueza do cancioneiro campeiro do Rio Grande do Sul.


Em 2003, o álbum "Alma de Fronteira" reafirma a união e mostra a formação com os instrumentistas, Luciano Maia, Marcello Caminha e Diego Caminha. Grava então o CD "Concerto Campeiro", com participação do guitarreiro Lúcio Yanel e letras de Rogério Villagran. Em 2005 lançam os CD's "Retrato de Pampa e Invernada" e "Apaysanado" - este dedicado a obra do poeta Anomar Danúbio Vieira. O primeiro DVD - "Pátria Pampa" acompanhado de CD saiu em 2006. Diferente dos demais trabalhos da dupla, o projeto foi gravado ao vivo e mostrou em imagens aquilo de que retratam suas canções.


Em 2007, após a saída de Luciano Maia e Diego Caminha, integram o grupo os instrumentistas Nielsen Santos, Maykell Paiva e Gilnei Oliveira. Lançam então o CD "O Campo" que antecipa também um DVD. As músicas são inéditas, a exceção de algumas regravações de canções nunca antes cantadas em dueto. A novidade é a grande variação de ritmos.


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