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Alemães no Rio Grande do Sul

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Alemães no sul do Brasil

Do baixo latim ‘alamanus’, com o mesmo significado, tomada do germânico ‘allemannen’, usado para referir-se a ‘todos os homens’. Chegou a nossa língua portuguesa a partir do francês ‘allemand’. Este gentílico é compartilhado com o espanhol ‘alemán’, porém cabe observar que difere do inglês ‘german’ e do alemão ‘Deutsche’.
Quando ao gentílico ‘germano’, que também se aplica aos alemães, provém do latim ‘Germanus’, vocábulo com que se denominava os povos bárbaros que habitavam a Europa Central, num território aproximadamente igual ao da atual Alemanha.
Nos séculos XIX e XX, o Brasil recebeu um importante fluxo de imigrantes alemães. A imigração começou na primeira metade do século XIX, quando ainda não havia uma Alemanha formada, e sim diversos reinos que formavam os Estados Alemães. O Sul do Brasil absorveu a maior parte desses imigrantes, que se dedicaram à agricultura familiar. Ainda hoje, nas regiões brasileiras em que imigraram, a influência alemã é visível. 
A colonização alemã no sul do Brasil registrou no dia 25 de julho de 2004 os 180 anos do seu começo. As famílias que vieram das várias partes da Alemanha de então chegaram a atual São Leopoldo/RS em meio a uma intensa guerra ideológica e territorial. Uma guerra na qual as repúblicas platinas da Argentina e do Uruguai desafiavam simultaneamente a monarquia espanhola e o império luso-brasileiro.
Os primeiros colonos alemães que foram assentados no Rio Grande do Sul vieram acima de tudo para cumprir uma função estratégica: reforçar as posições imperiais na região, assegurando assim a posse do antigo Continente de São Pedro nas mãos dos Braganças.
Os alemães são um grupo étnico relativos à língua alemã e à cultura alemã. O conceito de quem é um alemão sofreu variações. Até ao século XIX, eram considerados alemães todos os falantes dos dialetos alemães, ou seja, os habitantes da Alemanha, Áustria e Suíça. Todavia, com a Unificação Alemã em 1871, o conceito de ser alemão passou a ser reduzido para os habitantes do território do novo país ou àqueles que lá tem origens, pricipalmente por ser a Alemanha o país que possui a maior população de alemães étnicos, deste modo o termo para substituir a antiga denominação de alemães étnicos passou a ser germânicos ou teutos (teutões), ou seja, pessoas que falam alemão e que expressam-se na cultura germânica (alemães, austríacos, suíço-alemães, luxemburgueses, sudeto-alemães, alsacianos, etc).
Não existem números precisos sobre o número de falantes da língua alemã no Brasil, porém, está estimado entre 600 mil a 2 milhões de falantes[Carece de fontes?], concentrados principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A imigração alemã para o Brasil meridional nos últimos 180 anos fez nascer um dialeto própio, chamado de Riograndenser Hunsrückisch, que tem sua raiz no dialeto Hunsrückisch, falado no sudoeste da Alemanha. O dialeto sofreu interferência da língua nacional do Brasil, o português e de línguas de outras comunidades imigrantes que viviam no Sul do Brasil, como da língua italiana. Outros dialetos alemães falados no Brasil são o pomerano (em municípios como Pomerode e Roque Gonzales), o plattdüütsch etc.
Dos 12 milhões de brasileiros que possuem ascendentes alemães, são poucos aqueles que ainda mantêm laços afetivos com a Alemanha. Todavia, há um significativo número de teuto-brasileiros que se consideram primariamente alemães, principalmente as gerações mais antigas em zonas rurais e isoladas do Sul do Brasil. Embora assimilada, é inegável a contribuição da cultura germânica à cultura do Brasil, como por exemplo o Oktoberfest realizado em cidades como Blumenau ou em diversas manifestações culturais que ocorrem, sobretudo, no Sul do país.
O Rio Grande do Sul quando província do Império de D.Pedro I, viu-se centro de um cabo-de-guerra que de um lado era puxado pelas mãos conservadoras da monarquia absolutista, e do outro nas dos republicanos do Prata. Reproduzia-se nesta parte do mundo o mesmo conflito que se dava na Europa entre os interesses da reacionária Santa Aliança e as forças do liberalismo republicano emergente. Foi, pois, em meio a este cenário belicoso que os primeiros 39 imigrantes alemães desembarcaram no cais da antiga Feitoria do Linho Cânhamo, na atual São Leopoldo, no inverno de 1824, situada a pouco mais de 20 km de Porto Alegre, a capital da província.
O uso da língua alemã no Brasil entrou em declínio na década de 1930, quando foi proibida pelo presidente Getúlio Vargas. O Brasil havia declarado guerra contra a Alemanha e os imigrantes alemães não podia mais falar seu idioma natal. Alguns imigrantes continuaram falando seus dialetos dentro de casa e em lugares privados, mas a maioria acabou por adotar definitivamente o português como língua.
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